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Lord of the Mysteries · Capítulo 280

Capítulo 279. Grátis?

17 de janeiro de 2020 · 5 min de leitura · 938 palavras

Após o jantar, no bar "Os Audazes", na sala de bilhar.

Klein vestia um casaco preto simples que combinava bem com o estilo do lugar, um boné escuro na cabeça e um copo de cerveja do Sul de Wells na mão. Fechou a porta ao passar e dirigiu-se ao outro lado da mesa, onde Caspas estava curvado, preparando-se para dar uma tacada.

Antes que pudesse esboçar um sorriso de cumprimento, Caspas já havia parado, se endireitado e lançado um olhar na sua direção:

não está aqui.

— Não há nenhuma reunião extra do tipo que você procura.

— Além de armas, não tenho nada.

— Que rotina bem conhecida... Ainda bem que hoje meu objetivo é diferente... — Klein puxou o canto dos lábios e disse: — Estou aqui apenas para comprar armas.

mais uma vez não está... Parece que esse esconderijo foi descoberto e está sendo vigiado por inimigos, então simplesmente mudaram de local... Assim não consigo entrar em contato com a senhorita guarda-costas... E o ajudante que planejava usar para enganar Miller Carter seria o morto-vivo de ... Secreto, obediente e sem medor da morte — bem, a obediência pressupõe bloquear a influência do apito de cobre de Azik por meio da espiritualidade... Enquanto falava, uma série de pensamentos atravessou a mente de Klein.

Caspas ficou levemente surpreso, apoiou o taco com desconfiança e esfregou seu nariz vermelho de bebedor:

— Que arma você quer comprar? Acabou as balas de antes? Você pratica bastante, hein.

— Não, as balas que uso para praticar foram compradas extra no Clube Craig... — Klein manteve o sorriso e disse: — Quero comprar dinamite, do tipo amplamente utilizado em minas.

— O que você quer fazer? — Caspas disse de imediato, o rosto tornando-se grave e sério. — Aviso, não tente fazer nenhuma coisa grande e maldita! Não vou permitir que meus clientes provoquem as autoridades de Sevillas! É claro que você pode optar por não comprar armas comigo.

Ainda ser um comerciante de armas do mercado negro e ter sobrevivido até agora, em certo sentido, significava ser bastante rigoroso com as regras — pelo menos não vendia para gente daquela laia de maluco... Klein fez uma avaliação habitual sob a perspectiva de um Falcão Noturno, ao mesmo tempo em que sorria: — Você parece ter entendido algo errado. Não quero explodir a porta de um cofre bancário nem criar uma notícia sensacionalista. Estou apenas ajudando alguém a demolir um edifício para facilitar uma reforma posterior.

— Então por que ele não procura uma empresa de construção de verdade? — Caspas não relaxou a vigilância.

— Haha, é uma sala secreta. Ele não quer que estranhos saibam. — Klein perguntou em seguida: — Você conhece algum especialista em demolição confiável? Não sou bom nesse tipo de coisa. Tenho medo de derrubar o edifício inteiro.

Ao ver que o interlocutor ainda considerava preservar a integridade da casa, as suspeitas de Caspas se dissiparam consideravelmente.

Enquanto ponderava sua resposta, uma voz fantasmagórica e etérea de repente ecoou na sala:

— Não é necessário.

Uma sensação familiar emergiu. Klein virou rapidamente a cabeça e viu que a senhorita guarda-costas estava sentada numa cadeira do canto, em algum momento que não percebeu.

Ela ainda vestia um vestido longo preto de corte gótico, com um pequeno chapéu mole da mesma cor. Seu rosto estava pálido como sempre, e seus cabelos loiro-claros e traços delicados realçavam mutuamente as qualidades um do outro.

— Boa noite, senhorita. — Klein fez uma leve inclinação de cabeça.

— Boa noite, senhora . — Caspas fez o mesmo gesto.

Então o nome dela é ... Klein aguardou pensativamente que ela falasse.

A senhorita guarda-costas chamada olhou para Caspas:

não virá mais aqui.

— Se precisar encontrá-lo, deixe uma mensagem pelo terceiro método acordado.

— Certo, senhora . — Caspas, esse velho que claramente já vira muita coisa, parecia ter um receio instintivo da senhorita guarda-costas.

Ao ouvir isso, Klein interrompeu:

— Se, estou dizendo se, eu quisesse pedir ajuda a , como deveria entrar em contato?

— Procure Caspas. — respondeu de forma muito concisa.

— Tá bom. — Klein abriu as mãos e assentiu. — O que você quis dizer antes sobre não precisar de um especialista em demolição?

Os olhos azuis de não demonstraram nenhuma oscilação:

— Eu mesma sou.

Você mesma é? Uma especialista em demolição? Espera, você não é uma Transcendente com habilidades especiais, provavelmente Sequência 5? Como está fazendo bico também como especialista em demolição... Klein ficou atordoado por um instante e não soube como responder.

No final, escolheu confiar na senhorita guarda-costas e disse cautelosamente:

— Eu fui visitar...

Ainda não havia terminado a frase quando lançou um olhar na direção de Caspas, indicando que o assunto seguinte não era adequado para esse comum mortal.

Em essência, até um comerciante de armas do mercado negro era um comum mortal... Klein acrescentou em silêncio.

virou a cabeça para Caspas:

— Vá preparar o dinamite. — Dois libras. — Ele paga. — Certo, senhora . — Caspas lançou um olhar a Klein, saiu mancando da sala de bilhar e não se esqueceu de fechar a porta atrás de si.

Ao ver a senhorita guarda-costas simplesmente olhar para ele sem dizer nada, Klein teve a sensação de estar sendo encarado por um fantasma feminino e apressadamente organizou suas palavras:

— Descobri o endereço do Baronete Pondu e fui visitá-lo no meio da noite...

Depois de relatar fielmente as palavras de Ruffus Pondu, Klein começou a exibir seu raciocínio — raciocínio que parte do resultado para chegar ao processo:

Fim do capítulo 280