Pular para o conteúdo

Lord of the Mysteries · Capítulo 422

Capítulo 421: A Família Demoníaca

26 de fevereiro de 2019 · 4 min de leitura · 759 palavras

Distrito Oeste, Rua Eduardo, n.º 6.

Iconsul Bernard apertou seu chapéu preto, apontou para a porta da casa atrás do chafariz e disse a Klein, Isengard e : — Rastreamos todos os canais de vazamento de informações, combinados com o perfil desenhado e, e a ajuda adicional do espelho, identificamos preliminarmente um suspeito.

Ao mencionar o espelho, ele fez uma pausa significativa. Klein percebeu a tensão na voz de Iconsul e sentiu um pouco de simpatia por ele.

— É o dono desta casa? — perguntou Cassandra, quase certa.

olhou ao redor e disse pensativamente: — Chamaram-nos diretamente porque encontraram provas adicionais?

— Sim, um retrato do dono da casa pode confirmar algumas coisas. Ah, ele nunca tira fotografias — respondeu Iconsul francamente. — Além disso, os vizinhos viram um grande cão preto na área, muitas vezes.

— Isso confirma essencialmente que o alvo é o "Apóstolo do Desejo". — Ao ouvir isso, Isengard riu de repente. — Desculpe, estamos muito impacientes. Não te demos a oportunidade de apresentar o suspeito.

Iconsul contornou o chafariz em direção à porta da frente, falando rapidamente: — O dono desta casa é Patrick , um acionista importante de um pequeno banco. Segundo seus vizinhos, ele é um homem alegre, entusiasmado e otimista, de meia-idade, nunca casado, mas deve ter amantes, várias.

— Em sua classe social, ele emprega muito poucos criados. Cada vez que organiza um jantar ou baile, precisa contratar garçons temporários da "Sociedade Metropolitana para Ajudar os Criados Domésticos". Sua explicação é que tem problemas de sono e muitos criados perturbariam a tranquilidade de que precisa.

— Parece que ele tem muitos segredos para esconder, por isso não ousa contratar muitos criados — disse Isengard meio a brincar.

Klein, que não havia contratado nenhum criado, disse com um pouco de culpa: — Talvez seja apenas que sua situação financeira não seja tão boa quanto todos pensam.

— Sim, esse é um fator que não podemos descartar — disse Isengard enquanto subia os degraus até a porta da frente.

Iconsul olhou para Klein, como se percebesse algo: — Você não contrata criados, apenas deixa que a empregada da senhoria faça uma limpeza temporária duas vezes por semana, apenas para esconder o segredo de que você é um Além?

Entre todos os meus segredos, esse é o menor... Klein forçou um sorriso amargo: — Sim.

Enquanto falava, Iconsul empurrou a porta da frente, e um fedor indescritível saiu de dentro.

— Cheiro de podre... — julgou Isengard instantaneamente.

Iconsul chamou um membro da equipe "Coração da Maquinaria": — Carlsen, alguma descoberta?

O Além chamado Carlsen, que usava óculos de lentes grossas, disse com expressão complexa: — Encontramos muitos corpos aqui.

— No concreto do porão, nas paredes grossas, nos jardins cobertos de mato, há corpos escondidos por toda parte. Os mais antigos podem datar de dez anos atrás, e os mais recentes são criados que estavam vivos há apenas alguns dias.

— Alguns são apenas ossos, outros mal começaram a apodrecer. Diácono, este lugar é como um matadouro humano!

Enquanto falava, membros do "Coração da Maquinaria" e policiais cuidadosamente selecionados carregavam um corpo após o outro.

Alguns corpos estavam completamente desmembrados, com línguas, dedos, estômagos, olhos, etc., colocados de forma desordenada. Outros eram apenas pilhas de ossos.

— Parece que muitos casos de pessoas desaparecidas em serão resolvidos por causa disso — disse Isengard, beliscando o nariz e suspirando.

Klein viu um intestino quase se arrastando pelo chão, exalou e se virou para examinar o ambiente da casa.

Carlsen, do "Coração da Maquinaria", murmurou mais algumas palavras: — Jason pagava altos salários a seus criados e dava-lhes muitos feriados. Os criados dos vizinhos estavam todos com inveja... O cozinheiro de Jason tinha prometido a seu filho que iria para casa esta semana e o levaria ao circo para ver um espetáculo...

— Verdadeiramente um demônio... — disse Cassandra com leve emoção.

Klein olhou ao redor, conteve suas emoções e perguntou seriamente: — Por que a mobília da casa é tão simples?

— Como banqueiro, mesmo que seu banco seja pequeno, Jason deveria ter porcelana preciosa, excelentes pinturas, relógios de parede luxuosos e vários artigos feitos de seda fina. Por que não vejo estes? Hmm, a madeira de seus móveis ainda é boa.

Carlsen olhou para o Diácono Iconsul e, após receber um aceno de aprovação, disse: — Está claro que Jason planejou esta vingança por muito tempo. Ele vendeu gradualmente os itens valiosos mas discretos do quarto, e até concordou com a aquisição do Banco Bavatte de sua propriedade.

Fim do capítulo 422