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Lord of the Mysteries · Capítulo 1102

Capítulo 1096: Atuação Verdadeira (Solicitação de Votos no Final do Mês)

17 de janeiro de 2020 · 4 min de leitura · 755 palavras

— Você suspeita que a frota do General Doença esteja escondida aí? — ao ouvir Danitz, Anderson perguntou pensativamente.

Danitz respondeu com bastante entusiasmo: — É muito provável! O Morte Negra não desapareceu depois de navegar para oeste a partir da Ilha Selos?

Anderson torceu a boca e riu baixinho: — Se o paradeiro do General Doença fosse tão fácil de descobrir, por que ela precisaria se esconder? Uma ilha que até você pode descobrir não pode ser considerada secreta.

— Ei! O que você quer dizer? — Danitz sentiu-se insultado.

Anderson abriu as mãos: — Não quero dizer nada, só estou usando o cérebro para analisar. Essa ilha provavelmente existe, mas ou é do tipo que muitas pessoas aqui conhecem, ou alguém espalhou a informação de propósito. Se for o primeiro caso, a frota do General Doença, , jamais poderia estar escondida lá. Se for o segundo, aí é interessante: quem espalharia essa informação?

Danitz inicialmente ainda estava irritado, mas gradualmente foi seguindo o raciocínio de Anderson: — Uma armadilha de alguns piratas ou aventureiros? Mas uma ilha sem recursos não atrai exploradores. O próprio General Doença? Para descobrir quem está investigando seu paradeiro?

Anderson sorriu: — Muito bem, sob minha orientação, você progrediu bastante. Caso contrário, duvido que mesmo que bebesse a poção do Conspirador, você conseguisse melhorar o cérebro. Em vez disso, você desenvolveria uma habilidade de deixar o inimigo burro, arrastá-lo para seu terreno familiar e vencê-lo. Isso não é meu, é uma frase do Imperador Roselle.

Após esse período de coleta, Anderson já tinha conseguido um ingrediente principal e quase todos os ingredientes auxiliares para a poção do Conspirador de Danitz, faltando apenas o último passo para ter sucesso.

— Suspeito que você tenha essa habilidade... — murmurou Danitz baixinho.

Anderson ignorou e continuou: — Se o próprio General Doença mandou alguém espalhar a notícia, a ilha secreta é certamente uma armadilha. Talvez não haja nada, apenas espelhos monitorando qualquer navio ou pessoa que se aproxime, ou talvez seja diretamente um reduto importante da Seita das Bruxas, como disse Gehrman Sparrow.

— E o que fazemos agora? — perguntou Danitz automaticamente.

Anderson deu uma risadinha: — Você não consegue pensar em algo tão simples? Procuramos a pessoa de quem você obteve a informação, claro, para descobrir a fonte dela. Seguindo a cadeia, sempre encontraremos algo.

Certo... Danitz ia concordar com a cabeça, mas as palavras se transformaram em um "Hã".

Perto da madrugada, no segundo andar de um cassino.

Baz, de cabelo castanho, entrou bocejando em seu quarto.

Antes que pudesse acender uma vela com a luz do luar, viu de repente uma chama branca ardente diante dos olhos, que o deixou momentaneamente cego.

Baz se assustou e se jogou de lado, rolando no chão.

Após duas voltas, seu movimento parou bruscamente, como se tivesse sido petrificado.

Isso porque sentiu um frio penetrante e um leve ardor no pescoço, o que o fez acreditar sem dúvida que se avançasse um pouco mais, o sangue espirraria no teto.

— O que, vocês querem? — Nesse momento, a visão de Baz já tinha se recuperado. Ele viu um homem de cabelo dourado ao seu lado, uma mão no bolso e a outra segurando uma adaga preta, enquanto junto à janela um indivíduo envolto em uma capa preta, com o capuz cobrindo a maior parte do rosto, montava guarda.

Danitz não respondeu à pergunta de Baz, mas olhou para Anderson com certa surpresa: — Por que você não se disfarçou?

— Como saberiam a quem odiar se eu me disfarçasse? — respondeu Anderson com indiferença.

— ... — Danitz suspirou. — Ainda bem que não peguei esse mau hábito seu.

— Não importa. — Anderson sorriu. — Na Ilha Selos, basta perguntar a qualquer um para saber com quem tenho andado ultimamente.

— Merda! — exclamou Danitz.

Baz, com a adaga de Anderson no pescoço, não ousava se mover e só podia ouvir em silêncio, sentindo-se como se tivesse voltado a , assistindo a uma comédia.

O que esses dois vieram fazer aqui... O traficante de informações estava mergulhado em profunda confusão.

Nesse momento, Anderson desviou o olhar e, baixando a cabeça, perguntou a Baz: — Quem te disse sobre aquela ilha escondida, fora da rota principal, a sudoeste?

Baz de repente compreendeu e, olhando para Danitz na janela, disse: — Foi você!

Esta informação só havia sido vendida a uma pessoa nos últimos dias!

...Já me reconheceu? Danitz não soube o que responder.

Anderson pressionou levemente a adaga preta, intensificando a ardência:

Fim do capítulo 1102